Ciclo 25 - “Leon Hirszman - Militância e Poesia”

Escrito por alice em 29 Jun 2009 | .

Os 5 filmes que serão exibidos em julho têm a curadoria de Maria Hirszman.

07/07/2009

terça-feira 20:00h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

São Bernardo

Leon Hirszman

Brasil/1971/110min

No interior de Alagoas, o filho de camponeses Paulo Honório, é um mascate que perambula pelo sertão a negociar com redes, gado, imagens, rosários e miudezas. Cria uma obsessão, arrancar a fazenda São Bernardo das mãos de seu inepto dono, o endividado Luiz Padilha, transformando este em seu empregado.

14/07/2009

terça-feira 20:00h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Eles Não Usam Black Tie

Leon Hirszman

Brasil/1981/134min

Tião, jovem operário, namora Maria, colega de fábrica. Quando toma conhecimento de que ela está grávida, resolve marcar o casamento. Mas as dificuldades do casal são imensas. Nisso, eclode uma greve. Otávio, o pai de Tião, veterano líder sindical, que passou alguns anos na cadeia devido à militância política reprimida pela ditadura militar, adere à greve, mesmo contrariado com a decisão da categoria, que lhe parece precipitada. Participando dos piquetes em frente à fábrica, entra em choque com a polícia, é espancado e preso. O filho, indiferente ao drama do pai e dos colegas, fura a greve. Individualista, credita à militância do pai a miséria em que sempre viveram. O conflito explode no interior da família e Tião é obrigado a deixar a casa dos pais e o emprego. Maria é adotada pelos futuros sogros, que assumem o nascimento próximo do neto.

21/07/2009

terça feira 20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

ABC da Greve

Leon Hirszman

Brasil/1979/75min

O filme cobre os acontecimentos na região do ABC paulista, acompanhando a trajetória do movimento de 150 mil metalúrgicos em luta por melhores salários e condições de vida. Sem obter êxito em suas reivindicações, decidem-se pela greve, afrontando o governo militar. Este responde com uma intervenção no sindicato da categoria. Mobilizando numeroso contingente policial, o governo inicia uma grande operação de repressão. Sem espaço para realizar suas assembléias, os trabalhadores são acolhidos pela igreja. Passados 45 dias, patrões e empregados chegam a um acordo. Mas o movimento sindical nunca mais foi o mesmo.

21/07/2009

terça feira 20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Pedreira de São Diogo

Leon Hirszman

Brasil/1962/18min

No Rio de Janeiro, sobre uma pedreira há uma favela. Ao perceberem o risco de desabamento dos barracos, em conseqüência das explosões de dinamite, os operários incitam os moradores a iniciar movimento de resistência para impedir um acidente fatal.

21/07/2009

terça feira 20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Maioria Absoluta

Leon Hirszman

Brasil/1964/20min

Filmado em som direto, o documentário retrata o cotidiano dos trabalhadores rurais analfabetos do Nordeste, que vivem na extrema miséria. Incapazes de escrever, são no entanto conscientes de sua condição e perfeitamente habilitados a propor as soluções que esperam para os seus problemas.

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Ciclo 24 - Preciosidades

Escrito por alice em 21 Mai 2009 | .

Os 5 filmes que serão exibidos em junho, tem a curadoria do cinéfilo Toninho Gregório, frequentador do Beloca.

02/06/09

terça feira 20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

O Homem da Linha (De Wisselwachter)

Jos Stelling
Holanda/1986/97 min

Jos Stelling dá um clima de tensão e claustrofobia a partir da obsessão de um homem solitário por uma mulher. Ele vive isolado numa estação de trem, praticamente deserta, onde uma viajante desce desavisadamente, pensando ser seu ponto de chegada. Os trens param ali raríssimas vezes, assim ela é obrigada a conviver com aquele estranho que nunca teve contato íntimo com uma mulher. A presença dela destrói o equilíbrio pessoal que ele havia construído durante anos, formando um trampolim para vários acontecimentos humorísticos e dramáticos. Prêmio do Público da 10ª Mostra de São Paulo.

09/06/09

terça feira - 20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Feios, Sujos e Malvados (Brutti, Sporchi e Cattivi)
Ettore Scola
Itália/1976/115 min

Giacinto (Nino Manfredi em grande atuação) mora com a esposa, os dez filhos e vários parentes, num barraco de uma favela de Roma. Todos querem roubar o dinheiro que ele ganhou do seguro, por ter perdido um olho quando trabalhava. A situação fica ainda pior quando ele decide levar uma amante para dentro de casa.

Feios, Sujos e Malvados é uma comédia social corrosiva, em que Scola dialoga, de maneira brilhante, com Accattone - Desajuste Social, de Pasolini.

16/06/09

terça feira - 20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Dança com Lobos (Dances with Wolves)
Kevin Costner
EUA/1990/180 min

Durante a Guerra Civil Americana, o jovem Tenente John Dunbar (Kevin Costner) protagoniza um ato heróico e, por sua opção, vai servir em uma região infestada de índios. Ao invés de participar de algum extermínio, ele consegue uma ousada aproximação com os nativos, descobrindo sua cultura, costumes e seu modo de comunicação.
Vencedor de 7 Oscar, incluindo Filme, Diretor, Roteiro Adaptado e Fotografia.

23-06- 09

terça feira - 20 horas -Sala Dilo Gianelli- Theatro Municipal

Um Corpo que Cai (Vertigo)
Alfred Hitchcock
EUA/ 1958/128 min

Em São Francisco, James Stewart interpreta um detetive com medo de altura, contratado para seguir a esposa de um amigo (Novak) com tendências suicidas. Após resgatá-la de uma queda na baía, ele se torna obcecado pela bela e atormentada mulher.
Um dos mais arrepiantes romances do cinema, apresenta uma fascinante miríade de inusitados ângulos de câmera de algumas das mais renomadas paisagens de São Francisco.
Considerado por muitos a maior realização do diretor Alfred Hitchcock.

30/06/09

terça feira - 20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Taxi Driver (Taxi Driver)

Martin Scorsese
EUA/1976/113 min

Travis Bickle (Robert DeNiro) é um jovem veterano do Vietnã, que volta para as ruas de Nova York trabalhando como motorista de táxi. Conhecendo melhor todos os podres das vielas da cidade, seu caminho se cruza com o das jovens Betsy (Cybill Sheperd) e Iris (Jodie Foster), uma prostituta de apenas 12 anos, o que o faz se revoltar com tudo e com todos, explodindo sua raiva e violência que sempre demonstrou ter. Ele planeja um atentado contra um senador e, sozinho, ainda bate de frente com os cafetões

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Ciclo 23 - F35stival SESC Melhores Filmes 2009

Escrito por alice em 04 Mai 2009 | .

Em maio, o Beloca se inspira e apresenta alguns dos melhores filmes exibidos na Mostra do Cine SESC em 2009.

05/05/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Vick Cristina Barcelona

Woody Allen
EUA/2008/96 min

No filme Vicky Cristina Barcelona, o diretor americano Woody Allen descomplica o amor por lhe aceitar a irracionalidade.
É o primeiro filme que Woody Allen roda em Barcelona, na Espanha e é estrelado por Penélope Cruz, Scarlett Johansson e Javier Bardem
A trama acompanha Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Johansson), duas jovens americanas que passam um verão na Espanha e se envolvem amorosamente com um pintor (Bardem) e a desvairada ex-mulher dele, personagem de Penélope Cruz que foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante.

12/05/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

O Signo da Cidade

Carlos Alberto Riccelli
Brasil/2007/95 min

Enquanto astros e estrelas se movem pelo céu de São Paulo,  atirando sua mágica ao acaso, homens e mulheres perguntam o que será de seus sonhos e desejos. Gil está casado e só. Lydia flerta com o perigo. Josialdo nasceu para ser mulher. Mônica só quer se dar bem. No programa noturno de rádio em que atende ouvintes anônimos, a astróloga Teca se vê entre os anseios dos outros e seus próprios problemas. Aos poucos, o destino enreda a todos numa única teia. Na luta para romper o isolamento e achar o rumo da redenção, eles vão descobrir o poder transformador da solidariedade.

19/05/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Leonera

Pablo Trapero
Argentina/Corea do Sul/Brasil/2008/113 min

Leonera não é um filme fácil. Não oferece respostas, certezas, convicções. A protagonista está presa e o espectador não sabe se ela é culpada ou não. Nem o espectador, nem ela mesma. Mas este não é um filme sobre um crime, nem muito menos uma viagem infernal sobre as agruras do sistema carcerário argentino como pode parecer, mas o retrato quase documental de uma mulher em sua jornada para continuar. O filme acompanha a protagonista na nova fase de sua vida, que vai mudar sua maneira de encarar o mundo, de lidar com sua mãe, de reconhecer o amor. Nesse meio tempo, Pablo Trapero lança reflexões sobre a Argentina, sobre a maternidade, sobre a forma como as coisas devem ser. É um longa universal que parte de um cenário fechado entre quatro paredes (e algumas barras de ferro). Martina Guzman, a mulher do diretor, surpreende do papel principal, garantindo o tom sóbrio ao filme. E Rodrigo Santoro, em sua participação pequena, mais uma vez depura seus dons de intérprete num papel dúbio e complexo. Mas possivelmente o êxito de Leonera vem de como Trapero consegue explorar tantos temas sem buscar ser definitivo sobre nenhum deles. O diretor não está interessado no caminho fácil de revelar, denunciar e muito menos julgar o governo, a polícia, a justiça. Seu olhar é questionador e, por isso, muito mais inteligente.

26/05/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Na Natureza Selvagem

Sean Penn
EUA/2007/148 min

Após concluir seu curso na Emory University, o brilhante aluno e atleta Christopher McCandless abre mão de tudo o que tem e poderia ter numa bela carreira. Doa todas as suas economias - cerca de US$24 mil - para caridade, coloca uma mochila nas costas e parte para o Alasca a fim de viver uma verdadeira aventura. Ao longo do caminho, Christopher se depara com uma série de personagens que irão moldar sua vida para sempre.

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Ciclo 22 - Jack Nicholson e O Poder

Escrito por alice em 01 Abr 2009 | .

Em abril o Beloca fará uma homenagem de aniversário ao ator americano
Jack Nicholson que completará 72 anos no dia 22 de abril.

Dono de um diabólico sorriso sedutor, John Joseph Nicholson, mais conhecido como Jack Nicholson, é uma das maiores lendas vivas da história do cinema. Mesmo famoso e consagrado, nunca deixou de aceitar trabalhos menores e desafiadores, sempre do modo irreverente e com muito carisma, tentando fugir dos tradicionais clichês e interpretações fáceis - armadilha na qual a maioria dos atores de sua idade costumam cair.

Esbanja talento nos mais diversos tipos de papéis, desde loucos insanos que tentam matar a família a velhos aposentados que procuram um valor em sua vida. Talento este que rendeu a Jack inúmeros prêmios. Até hoje, foram doze indicações para o Oscar, sendo que levou três prêmios para casa, tornando-se o maior nome da premiação de todos os tempos. Quinze vezes indicado ao Globo de Ouro, faturou seis, além de um prêmio especial Cecil B. DeMille pelo conjunto da obra, em 1999. Um currículo absolutamente invejável, mesmo para outros nomes consagrados de sua geração e passadas.

Com uma extensa participação vários filmes ao longo de sua espetacular e versátil carreira escolhemos os filmes em que os personagens se relacionam ao Poder em suas várias formas.

07/04/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Chinatown

Roman Polanski
EUA/1974/131 min

J.J. Gittes (Jack Nicholson) é um detetive particular contratado por uma mulher para saber se seu marido tem um caso. Feito o serviço, Gittes descobre que havia sido enganado quando a real Evelyn Mulwray vai seu escritório. Tudo piora para Gittes quando o marido de Evelyn aparece morto e Noah Cross, pai dela, um homens poderoso, mostra interesse no caso.

14/04/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

A Honra do Poderoso Prizzi

John Huston
EUA/1985/130 min

Charley Partanna é um perigoso e respeitado mafioso, que trabalha como matador para a família Prizzi, a mais tradicional de New York. Irene é uma assassina de aluguel, que é contratada pela família para ‘apagar’ um homem interno dos Prizzi, que possivelmente os roubou. Só que Charley e Irene se apaixonam, e em mais um trabalho realizado por ele, a mulher de um policial acaba morrendo, o que abala profundamente a relação entre os policiais e as famílias de mafiosos. Sedentos por vingança, os policiais começam a pressionar as famílias para que elas entreguem o assassino, enquanto Charley faz de tudo para proteger sua amada.

28/04/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Os Infiltrados

Martin Scorcese
EUA/2006/151 min

O jovem policial Billy Costigan é infiltrado na quadrilha do chefão Frank Costello, da máfia irlandesa, e tem cada vez mais a confiança dos criminosos. Ao mesmo tempo, Collin Sulivan, um violento integrante da gangue, é igualmente infiltrado na polícia e ganha o respeito de colegas e superiores. Os dois homens vivem na corda bamba com suas vidas duplas, até que ambas as organizações descobrem que há um traidor em suas fileiras e cada um deles passa a tentar descobrir a identidade secreta do espião para garantir a própria sobrevivência. Refilmagem do filme ‘Conflitos Internos’ (2002), de Hong Kong.

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Ciclo 21 - Ficção Científica

Escrito por alice em 27 Fev 2009 | .

Em março o Beloca apresenta a primeira série de filmes clássicos de Ficção Científica, uma forma de ficção desenvolvida no século XIX, que lida principalmente com o impacto da ciência, tanto verdadeira como imaginada, sobre a sociedade ou os indivíduos e só se tornou possível pela ascensão da ciência moderna, sobretudo pelas revoluções operadas na astronomia e na física.
Além da antiquíssima literatura fantástica, o gênero teve precursores notáveis: viagens imaginárias à Lua ou a outros planetas no século XVIII e viagens espaciais no Micromégas de Voltaire (1752), culturas alienígenas em As Viagens de Gulliver de Jonathan Swift(1726), e elementos de ficção científica nas histórias de Edgar Allan Poe, Nathaniel Hawthorne e Fitz-James O’Brien, todos do século XIX.
O verdadeiro início da ficção científica, contudo, dá-se no final do século XIX com os romances científicos de Júlio Verne, cuja ciência se situava ao nível da invenção, bem como com as novelas, cientificamente orientadas, de crítica social de H. G. Wells.

A ficção cientifica no cinema cresceu de mãos dadas com o desenvolvimento do aparato tecnológico que tornou possível, através de efeitos cada vez mais sofisticados, materializar universos antes exclusivos da literatura.

Clique no link, se quiser saber mais sobre Ficção Científica no cinema.

03/03/09

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

O Dia em que a Terra Parou

Robert Wise
EUA/1951/92 min

O alienígena Klaatu viaja, juntamente do robô Gort, por 200 milhões de milhas para chegar à Terra e mandar uma mensagem a todos os seus representantes: se continuarem constituindo uma ameaça a outros planetas (com a criação de foguetes essa ameaça existiria em breve), todo o planeta deve ser exterminado! Porém, assim que chega à Terra – mais precisamente em Washington – as pessoas não parecem querer ouví-lo, e fazem de sua presença uma grande ameaça. Acuado, Klaatu (de aparência igual à dos terráqueos) vai conviver por um tempo com uma típica família de classe média, para decidir se vale a pena ou não tentar realmente salvar nosso planeta da destruiçãoO foco do filme, no entanto, não é desvendar a causa da doença ou sua cura, mas mostrar o desmoronar completo da sociedade que, perde tudo aquilo que considera civilizado. Ao mesmo tempo em que vemos o colapso da civilização, um grupo de internos tenta reencontrar a humanidade perdida.


10/03/2009- terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

2001 -Uma Odisséia no Espaço

Stanley kubrick
UK/EUA/1968/148 min

Kubrick se adiantou no tempo quando, ao lado de Arthur C. Clarke, escreveu o roteiro de 2001: Uma Odisséia no Espaço. Não apenas por ter visualizado a chegada do homem à Lua mais de um ano antes de Neil Armstrong chegar até lá, mas também por haver realizado o primeiro filme a levantar a hipótese da inteligência artificial.

O computador HAL-9000, além de acabar se transformando no personagem principal e num dos maiores vilões do cinema, possuía uma grande interação com seu operador, o Dr. David Bowman. Nota-se que o nome dado a máquina foi muito bem escolhido, visto que é formado pelas três letras que antecedem o nome da mais famosa marca de computadores do mundo: a IBM.

O filme traça a trajetória do homem desde, aproximadamente, quatro milhões de anos antes de Cristo, até o ano de 2001, sempre abordando a evolução da espécie, a influência da tecnologia nesse crescimento e os perigos da inteligência artificial. O final, um dos mais emblemáticos da história do cinema, mostra astronautas travando uma luta mortal contra o computador - a versão moderna do confronto entre criador e criatura.
Um monolito cai na Terra ainda na época da pré-história e, muitos anos depois, em 1999, é descoberto um segundo monolito na Lua. Aparentemente, são alienigenas que observam os terrestres, então uma missão internacional é enviada a Júpiter com a missão de descobrir o que eles realmente querem.
Durante todo o filme o diretor levanta diversas questões que deixa em aberto até o fim. Para desfazer as dúvidas, o escritor Arthur C. Clarke escreveu uma seqüência em que são amarradas todas as pontas soltas: 2010: O ano em que Faremos Contato. Peter Hyans levou essa “continuação” de 2001 às telas, com resultados bem longe de memoráveis, em 1984.

O clima do filme é acentuado pelas músicas utilizadas por Kubrick, que sempre remetem à evolução da espécie humana. Por exemplo, a música Tlzits Spake Zarathirstra, de Richard Strauss, utilizada no início, foi baseada num livro de Nietzsche e significa a passagem do homem primitivo para o além-homem.

17/03/2009- terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Solaris

Andrei Tarkovisky
URSS/1972/165 min

Solaris é um planeta distante, que vem sendo constantemente estudado há décadas, e cujo mistério sobre seu oceano ainda não foi esclarecido, nem seus efeitos. Por falta de interesse e resultados, a solarística está morrendo; aliado a isto, os membros na estação espacial que orbita o planeta estão sendo afetados pelo oceano. Por conta disto, o psicólogo Kelvin - conhecido de um dos doutores da solarística e amigo de um dos tripulantes - é mandado para a estação para averiguar a situação. Lá, ele percebe aos poucos que Solaris é, mais que um planeta, um espelho da alma.

24/03/2009- terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

1984

Michael Radford
EUA/1984/113 min

O filme trata de um país fictício chamado Oceania que está em constante guerra e para manter a máquina de guerra funcionando, o povo é oprimido e controlado de forma absoluta. Com televisores em todos os lugares (inclusive nos quartos dos cidadãos) para controlar cada passo, evitando assim que uma revolta ecloda, ao mesmo tempo que permite o controle absoluto através do Big Brother, um ser “superior” que cada cidadão de Oceania dedica sua vida.

Escrito em 1948, ver o filme hoje em 2004 acaba sendo meio injusto com ele pois de lá para cá milhares de filmes sobre um futuro onde a sociedade é oprimida e privada de emoção e que vive sob um regime autoritário e alienista já está mais que batida. Pelo trailer do filme o grande ponto é ter sido filmado em abril de 1984 o que hoje em dia é totalmente insignificante. Outro fator interessante é a concepção de Big Brother que no filme é algo temerário, hoje em dia é um programa de TV onde as pessoas se divertem assistindo aos outros, nada de chocante. Em termos reais, muitas cidades do mundo estão repletas de câmeras com o intuito de segurança.

31/03/2009- terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Blade Runner

Ridley Scott
EUA/1986/117 min

Em 2019, uma corporação desenvolve uma tecnologia para criar clones humanos, os replicantes, que são utilizados como escravos em outros planetas. Quando um grupo de replicantes se rebela na Terra, o ex-policial Deckard é convocado para caçá-los e exterminá-los.

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Ciclo 20 - Cinema Brasileiro Contemporâneo

Escrito por alice em 29 Jan 2009 | .

03/02/2009- terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Ensaio Sobre a Cegueira

Fernando Meirelles
Brasil/Canadá/Japão/2008/121 min

Conta a história de uma inédita epidemia de cegueira, inexplicável, que se abate sobre uma cidade não identificada. Tal “cegueira branca” - assim chamada, pois as pessoas infectadas passam a ver apenas uma superfície leitosa - manifesta-se primeiramente em um homem no trânsito e, lentamente, espalha-se pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos a meros seres lutando por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. À medida que os afetados pela epidemia são colocados em quarentena e os serviços do Estado começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico, a única pessoa que não é afetada pela doença.
O foco do filme, no entanto, não é desvendar a causa da doença ou sua cura, mas mostrar o desmoronar completo da sociedade que, perde tudo aquilo que considera civilizado. Ao mesmo tempo em que vemos o colapso da civilização, um grupo de internos tenta reencontrar a humanidade perdida.

10/02/2009 - terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Linha de Passe

Walter Salles/Daniela Thomas

Brasil/2008/113 min
Sinopse

Quatro irmãos e sua mãe precisam lidar com a dura vida na cidade de São Paulo. Reginaldo (Kaique de Jesus Santos) é um jovem que procura seu pai obsessivamente. Dario (Vinícius de Oliveira) sonha em se tornar jogador de futebol mas, aos 18 anos, vê a idéia cada vez mais distante. Dinho (José Geraldo Rodrigues) dedica-se à religião. Dênis (João Baldasserini) enfrenta dificuldades em se manter, sendo também pai involuntário de um menino. Os quatro são irmãos, tendo sido criados por Cleuza (Sandra Corveloni), sua mãe, que trabalha como empregada doméstica e está mais uma vez grávida, de pai desconhecido. Eles precisam lidar com as transformações religiosas pelas quais o Brasil passa, assim como a inserção no meio do futebol e a ausência de uma figura paterna.

17/02/2009 - terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Narradores de Javé

Eliane Caffé

Brasil/2004/102 min

Após saberem que a cidade onde vivem será inundada para a construção de uma usina hidrelétrica, os moradores decidem preparar um documento que conte todos os fatos históricos do local, como tentativa desesperada de salvar a cidade da destruição. Dirigido por Eliane Caffé (Kenoma) e com José Dumont, Matheus Nachtergaele, Nélson Dantas, Gero Camilo e Nélson Xavier no elenco.

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Ciclo 19 - Cinema Novo Alemão

Escrito por alice em 25 Nov 2008 | .

Esse ciclo, que tem a curadoria do Breno Juz, apresenta filmes dos principais expoentes do Novo Cinema Alemão durante seu auge na década de 70. Influenciados tanto pelos cinemas novos que surgiam pelo mundo na década de 60, quanto pelo ambiente de reconstrução da Alemanha do pós-guerra, Rainer Werner Fassbinder, Wim Wenders, Werner Herzog e Volker Schlöndorff produziram filmes em que a culpa pelos erros passados ecoa em uma atmosfera fria e cruel.
O ciclo seleciona obras que definem as características próprias de cada cineasta.
O retrato da Alemanha da década 1950 e as hipocrisias do pós-guerra são desenhados por Fassbinder em O Casamento de Maria Braun.
A atração de Wim Wenders pela viagem como busca de uma identidade, as amizades limitadas dos companheiros de jornada, e seu fascínio pelos EUA aparecem no road movie Alice nas cidades.
Herzog, com sua fascinação pela natureza, pela experiência humana e pelo desequilíbrio psíquico dos homens, é bem representado com Coração de Cristal.

E a maestria de Schlöndorff em transpor obras literárias para as telas da sétima arte aparece em OTambor, um dos maiores sucessos internacionais do Novo Cinema Alemão, ganhador da Palma de Ouro em Cannes (1979) e do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (1980).


06/01/09 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

O Casamento de Maria Braun

Rainer Werner Fassbinder

Alemanha Ocidental/1979/120 min

Sobre o diretor:

Nascido em 1945 em Munique, Rainer Werner Fassbinder teve uma vida rápida e atribulada. Famoso por sua adoração pelo álcool e diversas drogas, em apenas 16 anos de carreira dirigiu 44 filmes, antes de morrer de overdose prematuramente em 1982, aos 37 anos de idade. Um dos mais importantes nomes do cinema alemão, Fassbinder foi incrivelmente versátil em sua carreira, além de diretor, atuava, escrevia roteiros, compunha trilhas sonoras, e também cuidava da fotografia, da produção e da edição de seus filmes. Como diretor, seus trabalhos englobam a crítica social, o preconceito e experiências pessoais, quase sempre com toques de sensualidade.

O filme acompanha a ascensão social de Maria Braun (Hanna Schygulla) no pós-guerra e, através da sua busca pra refazer seu casamento, comenta a reconstrução da Alemanha.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Maria e Hermann Braun se casam apressadamente, mas ficam juntos menos de 24 horas porque Hermann precisa voltar à frente de batalha. Ao final da guerra, ele é dado como desaparecido. Maria se emprega em um bar, conhece um soldado americano e fica grávida. Certa noite, Hermann volta para a casa e a surpreende com o soldado. Enfurecido, ele os agride e acaba sendo preso. Pouco depois, Maria vai trabalhar para um homem de negócios, sendo sua secretária e confidente. Ao sair da prisão, Hermann decide tentar a sorte em outro país. Alguns anos mais tarde, ele e Maria se reencontram e procuram esclarecer seu trágico passado.

13/01/09 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Alice nas Cidades

Wim Wenders

Alemanha Ocidental/1974/110 min

Baseado nas primeiras viagens de Wenders às Américas, conhecemos o personagem Philip Winter, jornalista alemão que vai para os Estados Unidos para fazer algumas reportagens. Ele não consegue, tendo que voltar para a Alemanha. Só que o aeroporto está fechado, e ele só consegue passagem para o dia seguinte. Ele conhece uma mãe e uma filha na mesma situação, com quem divide seu quarto em um hotel. Quando acorda na manhã seguinte, a mãe da menina foi embora e ele assume de vez o papel paterno da jovem Alice.
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20/01/09 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Coração de Cristal

Werner Herzog

Alemanha Ocidental/1976/93 min

Sobre o diretor:

O nome de batismo de Herzog é Werner Stipetic, e ele nasceu em Munique, em 5 de setembro de 1942. Aos 14, já estava decidido a ser um cineasta, adotando o sobrenome Herzog. Chegou a tentar realizar um curta-metragem com o apoio de lojistas que conhecia em Munique, mas ninguém se interessou em dar dinheiro àquele menino tão precocemente decidido. Ele não se deixou abater e arrumou emprego noturno numa siderúrgica. Juntava tudo que podia para comprar negativos e realizar seu primeiro filme. Enquanto seus documentários possuem ares de ficção, muitos de seus filmes de ficção têm um pé no documentário. Um traço marcante da obra de Herzog é a preocupação com a linguagem e com a força da experiência e da natureza. Seus filmes narram histórias de heróis com sonhos impossíveis ou pessoas com talentos únicos em áreas obscuras.

Com uma história que se passa no século XVIII, o filme foi realizado numa antiga fábrica de vidros com os atores em estado de hipnose, e conta a história de uma pequena aldeia da Bavária, especializada na produção de cristais. Herzog se dedica a mostrar o processo de decadência e desintegração daquele povoado após a morte do principal vidraceiro, que carrega para o túmulo a fórmula do famoso vidro-rubi da região.
Os atores parecem saídos de um sonho ou, por vezes, parecem atuar em teatro universitário. Segundo o diretor, a técnica foi utilizada para obter um retrato estilizado da loucura e das alucinações.

27/01/09 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

O Tambor

Volker Schlöndorff

Alemanha Ocidental/França/Ioguslávia/Polônia/1979/142 min

Sobre o diretor:

Volker Schlöndorff (nascido a 31 de março de 1939, em Wiesbaden) aprendeu longe de casa o ofício de fazer cinema, na Paris dos anos 1950. Depois de sair de um internato de jesuítas na Bretanha, Schlöndorff estudou na capital francesa Ciências Políticas e, a partir de 1959, foi assistente de direção de nomes como Louis Malle, Jean-Pierre Melville e Alain Resnais.

Contundente criação de Schlöndorff, adaptado do famoso romance de Günter Grass e com roteiro de Jean-Claude Carrière (roteirista de A Bela da Tarde), o filme acompanha a ascensão do nazismo por meio da rebelde e inusitada vida de Oskar, garoto que aos três anos de idade decide por um fim ao seu crescimento físico. Os anos se passam e ele continua tendo o corpo de uma criança, mas uma força interior capaz de desafiar regras e quebrar normas: sua voz destrói vidros a longa distância e seu tambor instala a confusão nos desfiles nazistas.

Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1979
Oscar de melhor filmes estrangeiro em 1980

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Cineclubismo Comunitário

Escrito por alice em 03 Nov 2008 | .

A convite do Centro Cineclubista de São Paulo, o Beloca participa das atividades regionais do X FORUM DE CINECLUBISMO E AUDIOVISUAL COMUNITÁRIO DE SÃO PAULO, evento patrocinado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
O evento sediado em Mococa e mais 3 cidades da região, São José do Rio Pardo, Casa Branca e São João da Boa Vista, acontece de 03 a 09 de novembro de 2.008, com oficinas, workshops e exibição de filmes brasileiros.
Aqui em São João será exibido o filme:

06/11/08 quinta-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Proibido Proibir

Jorge Durán

Brasil/2007/100 min

Paulo e Letícia estão apaixonados, ela é a namorada de Leon, melhor amigo de Paulo. Os três são universitários. Mesmo assim, eles não podem escapar da violência que domina o Brasil. Leon é gravemente ferido quando tenta salvar a vida de um menino que testemunhou um assassinato cometido por policiais. Ajudado por Letícia, Paulo, estudante de medicina, o opera em casa e lhe salva a vida. A dolorosa experiência aprofunda os laços de amizade do trio e une finalmente Paulo e Letícia, amor até o momento nunca realizado.

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Ciclo 18 - Homenagem a Paul Newman

Escrito por alice em 21 Out 2008 | .

Em novembro o Beloca fará uma homenagem ao lendário astro de cinema e humanista Paul Newman, falecido no dia 27 de setembro de 2008, cujos brilhantes olhos azuis, beleza e talento fizeram dele um dos principais atores de Hollywood ao longo de seis décadas.
Aos 83 anos foi indicado ao Oscar pela atuação nos filmes “Gata em Teto de Zinco Quente“, “Desafio à corrupção“, “O Indomado“, “Rebeldia Indomável“, “Ausência de Malícia“, “O Veredito“, “O Indomável - Assim é Minha Vida” e “Estrada para Perdição“, e também pelo filme “Rachel, Rachel“, em que dirigiu sua esposa Joanne Woodward. Ganhou o Oscar de melhor ator em 1986 pela atuação em “A Cor do Dinheiro“.
Além da bem sucedida carreira de ator, como empresário, criou a linha de produtos alimentícios Newman’s Own em 1982. Os produtos geraram mais de 200 milhões de dólares em doações para caridade. Newman também fundou acampamentos para crianças com doenças graves e uma fundação de combate ao uso de drogas. Seu papel de estréia em “500 Milhas” em 1969 inspirou Newman a participar do automobilismo. Sua primeira corrida profissional foi em 1972 e ele foi em 1972 e ele continuou competindo até perto dos 70 anos de idade. Sua última atuação em um grande filme foi o papel de um gângster inimigo de Tom Hanks em “Estrada para Perdição” em 2002.
O sucesso do trio, Newman/Redford/Hill, nos dois primeiros filmes que serão apresentados no ciclo, não garantiu a participação dos dois companheiros no projeto de Newman para a filmagem de Buffalo Bill. Ele então convidou o iconoclasta, Robert Altman para contar a história de um dos maiores mitos do Velho Oeste americano, pela ótica dos índios, e destruir pedaço a pedaço, o heroísmo inerente ao personagem principal.

04/11/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Butch Cassidy and the Sundance Kid

George Roy Hill

EUA/1969/110 min

Dois amigos inseparáveis, Butch (um ex-açougueiro, daí o nome) Cassidy (Paul Newman) e Sundance Kid (Robert Redford), lideram o Bando do Buraco na Parede e vivem de assaltar trens e bancos. Quando são caçados por todo o país resolvem ir para a Bolívia e juntamente com Etta (Katharine Ross), a namorada de Sundance, rumam para a América do Sul. Mas esta decisão não lhes proporcionará grandes assaltos ou uma vida mais tranqüila.

18/11/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Golpe de Mestre

George Roy Hill

EUA/1973/129 min

Dois malandros dão um golpe em um capanga de um poderoso gângster e embolsam uma grande quantia em dinheiro. Porém, o gângster quer vingança e assassina um dos malandros. Agora o outro que está sozinho, vai buscar ajuda de um ex-companheiro para que juntos possam aplicar um grande golpe no criminoso para vingar a morte do colega.

25/11/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Buffalo Bill

Robert Altman

EUA/1976/122 min

Buffalo Bill (Paul Newman) quer montar seu próprio show sobre o Velho Oeste, onde as lendas e as gritarias do guerreiros indígenas formam as engrenagens para um grande giro nacional. Além de Annie (Geraldine Chaplin) uma atiradora de precisão e seu amigo Touro Sentado (Frank Kaquitts) o grande e lendário Chefe Sioux, o show é repleto de farsantes e oportunistas. Porém, para surpresa de seus próprios motivos para fazer parte do show, e isso envolve o Presidente e o próprio General Custer.

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Ciclo 17 - Wong Kar-Wai: Fragmentos, Paixão e Tempo

Escrito por alice em 09 Out 2008 | .

Esse ciclo, que tem a curadoria do Lucas Nogara, é dedicado à obra do diretor Wong Kar Wai, considerado um dos mais brilhantes diretores do planeta. Foi o 1º chinês a ganhar o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. Com uma série de obras-primas em seu currículo , “Dias Selvagens”, “Amores Expressos”, “Anjos Caídos” e “Felizes Juntos” , o diretor chinês continua explorando os temas solidão e desejo, como se pode ver no premiado “Amor à Flor da Pele”.

14/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Dias Selvagens

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/1991/94 min

1960. Yuddy (Leslie Cheung) é um jovem que descobriu recentemente que a mulher que o criou, uma prostituta bêbada, não é sua mãe biológica. Ela se recusa a dizer quem é sua verdadeira mãe, até que a revelação desencadeia uma série de perturbações mentais em Yuddy. Paralelamente duas mulheres se apaixonam por ele, que se mostra incapaz de decidir com quem deseja ficar.

21/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Felizes Juntos

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/1997/97 min

Um dos mais badalados filmes sobre relacionamento amoroso dos últimos tempos. O filme é um retrato de dois jovens orientais perdidos em uma Buenos Aires repleta de tango, amor, drama e escuridão. Porém, acima de tudo, estão perdidos dentro de uma relação amorosa cheio de dor e conflito.

28/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Amor à Flor da Pele

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/2000/98 min

Um casal de amigos descobre que seus marido/esposa estão tendo um caso e terminam também se envolvendo romanticamente

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