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Ciclo 37 – Tendências

Written by alice on Ago 30 2010 | .

Programação sujeita a alterações

07- 09 -10 – Não haverá sessão – 33ª Semana Guiomar Novaes
www.amite.com.br
14 – 09 -10 – Tetro (Tetro) – 2009 – Francis Ford Copolla – 127 min – EUA

21 – 09 -10 – Abraços Partidos (Los abrazos rotos) – 2009 – Pedro Almódover -127 min – Espanha

28 – 09 -10 – Gran Torino – (Gran Torino) – 2008 – Clint Eastwood – 93 min – EUA/Alemanha

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Ciclo 36 – Homenagem a Dennis Hopper

Written by alice on Jul 27 2010 | .

Programação sujeita a alterações

Uma retrospectiva dos principais filmes do ator, roteirista e diretor americano, que foi, ao mesmo tempo ícone e iconoclasta.

JUVENTUDE TRANSVIADA (Rebel without a Cause) – 1955 – 111″ – EUA
Direção: Nicholas Ray
14 anos
Dia 03/08/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

A estreia de Dennis Hopper como ator, se deu ao lado de James Dean em Juventude Transviada no papel de Gonn.
O filme foi dirigido por Nicholas Ray, um dos mais importantes e bem sucedidos cineastas americanos da década de 50 e considerado pela Cashiers du Cinema, como o mais importante cineasta do pós-guerra. A sofisticação e o poder emocional das múltiplas imagens de Ray não foram ainda superadas, mesmo agora que a tecnologia digital, torna essa técnica imediatamente acessível. O filme que é um marco na arte contemporânea, foi o segundo dos três filmes que James Dean, grande amigo de Hopper, estrelou antes de morrer tragicamente. O filme foi indicado ao Oscar de roteiro original e ator coadjuvante (o jovem Sal Mineo) e foi rodado com o título “Blind Run”, abordando um tema pouco discutido na época, a delinqüência juvenil. Um filme fundamental para o cinema americano na transição entre seu período clássico pré-Kane e a explosão comercial dos autores pós-Easy Rider.

Jim Stark (James Dean) é um jovem problemático e, por sua causa, os pais se mudam de uma cidade para outra, até se fixarem em Los Angeles. Certo dia ele é preso por embriaguez e desordem e, no distrito policial, conhece Judy (Natalie Wood), uma jovem revoltada com o pai, e um rapaz que atirou em alguns cães. Após ser libertado, tenta se aproximar de Judy, mas cria um desentendimento com o namorado de Judy, que é o líder de uma gangue do colégio. Esta rivalidade vai gerar algumas situações com graves consequencias. Hopper é Goon, papel em que estreia no cinema.

Comemorações “Pagu, Cem anos de Historia” em parceria com a Academia de Letras e o Departamento de Cultura.
Comentários das acadêmicas Maria Celia Marcondes e Maria Inês Prado sobre os aspectos sociológicos e literários do livro Parque Industrial de 1931, que Pagu escreveu sob o pseudônimo de Mara Lobo

EH PAGU EH – 1982 – 15 MIN – Brasil
Direção: Ivo Branco
Livre
Dia 10/08/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Eh Pagu Eh, curta metragem do premiado professor de cinema e cineasta paulistano Ivo Branco.
O filme conta um pouco da vida e da obra de Patrícia Galvão, a Pagu. Casada com Oswald de Andrade, participou do Movimento Antropofágico. Jornalista, escritora e tradutora, entre outras coisas, ficou presa por quase cinco anos durante a ditadura Vargas por ser militante do PCB.
Ganhou os prêmios de Melhor Curta e melhor roteiro no Festival de Brasília 1982 e o Prêmio Estímulo do Secretaria de Estado da Cultura/SP 1982.

E o documentário
PAGU, LIVRE NA IMAGINAÇÃO, NO ESPAÇO E NO TEMPO -2001 – 21 min – Brasil
Direção Lucia Maria Teixeira Furlani

Devido a problemas técnicos o filme O Último Filme (The Last Movie) – 1971 – Dennis Hopper -108 min – EUA será substituído pelo filme O Amigo Americano.

O AMIGO AMERICANO – 1977- 121 Min – Alemanha França
Direção: Win Wenders
14 anos
Dia 17/08/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

“O Amigo Americano”. Dirigido pelo cineasta alemão Win Wenders e baseado no livro “Ripley’s Game”, da escritora americana Patricia Highsmith, conhecida por “reinventar” o gênero de ficção criminal, o filme conta a história de Jonathan Zimmermann (Bruno Ganz) que é um ex-restaurador de obras de arte que deixa a profissão para se dedicar à confecção de molduras de quadros. Ele tem leucemia e, durante um leilão, conhece Tom Ripley (Dennis Hopper), negociante de arte, porém falsificador.
Nesse filme Dennis Hopper mais uma vez, é símbolo da cultura e da contra cultura americana.
Em 1978 o filme recebeu, quatro prêmios, o de “melhor performance estrangeira” para Bruno Ganz no Sant Jordi Awards e três prêmios – incluindo direção e edição – no German Film Awards e foi indicado ao Palma de Ouro em Cannes e na França ao César de Melhor Filme Estrangeiro.

ANOS DE REBELDIA (Out of the Blue) – 1980- 93 Min – Canadá/EUA
Direção: Dennis Hopper
14 anos
Dia 24/08/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Convidado para atuar em Anos de Rebeldia, Dennis Hopper acabou assumindo o filme também como diretor. Hopper, que não dirigia há uma década, realizou por acaso esta que é a obra mais instigante de sua carreira. Em apenas duas semanas, ele reescreveu o roteiro, escolheu novas locações e nos deixou como legado este “amargo e inesquecível poema sobre a alienação”, segundo o crítico Roger Ebert.

Neste retrato sem retoques e sem censura de uma família caindo aos pedaços, somos convidados a acompanhar o cotidiano da adolescente punk CeBe (Linda Manz), e dos seus pais, Don (Dennis Hopper) e Kathy (Sharon Farrell). Vestida de jaqueta jeans e disparando slogans contra os hippies e a discoteca, CeBe é a revolta personificada contra tudo e contra todos. A única coisa que a faz sentir-se bem no mundo é a sua adoração por Elvis Presley e Sid Vicious (o baixista dos Sex Pistols), além de uma bateria que ela massacra incessantemente no seu quarto.

Linda Manz concorreu ao prêmio de melhor atriz no festival de Cannes em 1980.

VELUDO AZUL (Blue Velvet)- 1986 – 120 min – EUA
Direção: David Lynch
16 anos
Dia 31/08/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Jeffrey (Kyle MacLachlan) retorna para sua cidade depois de estar fora algum tempo e descobre uma orelha humana sobre o chão, em meio ao mato. Não satisfeito com a passividade da polícia em relação ao caso, ele e Sandy Williams (Laura Dern) a filha de um detetive da polícia resolvem fazer sua própria investigação. Eles acabam entrando em um submundo bizarro, envolvendo um homem diabólico (Dennis Hopper) e Dorothy (Isabella Rossellini) uma linda, porém misteriosa, mulher.
Foi indicado ao Oscar e ganhou outros 17 prêmios em 1987.

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Ciclo 35 – Felicidade Desesperadamente

Written by alice on Jun 30 2010 | .

Curadoria Paulo Soutto Mayor

TARTARUGAS PODEM VOAR (Tartarugas Podem Voar) – 2004- 98″ – Irã
Direção: Bahman Ghobadi
14 anos
Dia 06/07/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

ENSINA-ME A VIVER (Harold and Maud) – 1971 – 91 min – EUA
Direção: Hal Ashbay
Livre
Dia 13/07/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Ensina-me a Viver (Harold & Maude) do diretor americano Hal Ashby, é um clássico da década de 1970. Uma comédia de humor negro onde o contraste é a marca principal do filme. A abordagem da vida e da morte, é feita de uma maneira cômica, apresentando o drama existencialista, através do relacionamento entre gerações normalmente conflitantes.
O resultado é um legítimo “cult movie” atemporal com trilha sonora composta por Cat Stevens e conta a estória de Harold (Bud Cort), um rapaz muito reprimido, com fixação por morte, funerais e suicídios. Tudo muda, portanto, quando ele se apaixona por uma mulher de 79 anos, Maude (Ruth Gordon) que tem o que ele não possui: humor e alegria de viver.

O filme está classificado no Instituto Americano de Filmes, em 45º lugar na lista dos 100 filmes mais e divertidos de todos os tempos e em 1997 foi selecionado para ser preservado no Registro Nacional de Filmes na Biblioteca do congresso americano por ser “culturamente, historicamente e esteticamente significativo”.

CIDADÃO KANE (Citizen Kane) – 1941 – 119 min – EUA
Direção:Orson Welles
Livre
Dia 20/07/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Cidadão Kane foi o primeiro longa metragem dirigido, produzido, pelo cineasta americano Orson Welles, na época considerado um rapaz prodígio que havia angariado fama com suas peças de teatro e narrações radiofônicas. Cidadão Kane protagonizado por Welles, marcou época devido às inovações, sobretudo nas técnicas narrativas e nos enquadramentos cinematográficos, por exemplo, a estória começa com o protagonista já morto, mudando-se a cronologia dos fatos e a cenografia mostra pela primeira vez o teto dos ambientes. O filme encontrou forte oposição por parte de Willian Randolph Hearst, magnata da imprensa americana em meados dos anos 1930, que julgava que a obra denegria sua imagem. Na realidade, havia mesmo muitos pontos coincidentes das biografias de Hearst e de Kane.

A história conta como o repórter Thompson (Joseph Cotten) reconstitui a trajetória do empresário da imprensa Charles Foster Kane (Orson Welles), buscando decifrar o significado de sua última palavra no leito de morte: “rosebud”. A morte de Kane comovera a nação e descobrir o porquê daquela palavra se torna uma obsessão para o jornalista, que acredita poder encontrar nela a chave do significado daquela vida atribulada.

Em 1942 foi indicado ao Oscar em 9 categorias, melhor filme, ator, direção de arte, montagem, trilha sonora, som e fotografia e ganhou o prêmio de melhor roteiro e foi considerado, por grande parte da crítica especializada, como o maior filme da história até o momento, figurando em primeiro lugar na lista do American Film Institute (AFI).”.


19:30 Palestra com o curador Paulo Soutto Mayor e logo após o filme:
AS DUAS FACES DA FELICIDADE (Le Bonheur) – 1964- 79 min – França
Direção: Agnès Varda
14 anos
Dia 27/07/2010 – terça-feira – 20:30 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

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Ciclo 34 – Homenagem a Pagu

Written by alice on Mai 25 2010 | .

Quero ir bem alto… bem alto …”
“Numa sensação de saborosa superioridade…É que do outro lado do muro tem uma coisa que quero espiar…” Pagu 1929
O Beloca abre as comemorações do “Pagu, Cem anos de Historia” em parceria com a Academia de Letras e o Departamento de Cultura. Esse ciclo presta homenagem a ela.

maria-antonieta

MARIA ANTONIETA – (Marie Antoinette) – 2006 – 122 min – EUA
Direção: Sofia Coppola
14 anos
Dia 01/06/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

A princesa austríaca Maria Antonieta (Kirsten Dunst) é enviada ainda adolescente à França para se casar com o príncipe Luis XVI (Jason Schwartzman), como parte de um acordo entre os países. Na corte de Versalles ela é envolvida em rígidas regras de etiqueta, ferrenhas disputas familiares e fofocas insuportáveis, mundo em que nunca se sentiu confortável. Praticamente exilada, decide criar um universo à parte dentro daquela corte, no qual pode se divertir e aproveitar sua juventude. Só que, fora das paredes do palácio, a revolução não pode mais esperar para explodir.

eternamente-pagu

ETERNAMENTE PAGU – 1988– 100 min – Brasil
Direção: Norma Benguell
16 anos
Dia 08/06/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Participação especial : Inserção do Cena IV com a Cena: A Morte de Danton, de Buchner / 5 min
Com: Gabriel Marin, Bruno Léo e Marcella Marin
direção de Zeza Freitas /Ronaldo Marin.

O filme conta a história de Patricia Galvão, ativista política, literária e artística, que escandalizou a sociedade burguesa brasileira na primeira metade do século. Torna-se musa da poesia modernista, vive um romance com Oswald de Andrade, filia-se ao Partido Comunista e quase é deportada para a Alemanha nazista. Depois de uma viagem ao exterior, volta ao Brasil, é presa e, ao sair, rompe com o partido e se dedica ao teatro de vanguarda.

Em 1988 o filme recebeu o Kikito de Ouro no Festival de Gramado, nas categorias de, melhor atriz para Carla Camurati e melhor trilha sonora para Turíbio Santos e Roberto Gnatalli.

caotica ana

CAÓTICA ANA – (Caótica Ana) – 2007 – 118 min – Espanha
Direção: Julio Medem
16 anos
Dia 15/06/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Caótica Ana é dirigido pelo cineasta espanhol Julio Medem, que ficou afastado das câmeras por quatro anos, depois de ser acusado de defender o grupo separatista ETA em seu documentário La pelota vasca, la piel contra la piedra.
O filme é inspirado na vida de Ana Medem, irmã do diretor, dos 18 aos 22 anos, quando ela morreu em um acidente de carro.
Todos os quadros exibidos no filme foram pintados por ela. A história é a de Ana (Manuela Vellés), uma artista de rua de feirinhas em Ibiza. Vive com o pai numa gruta à beira-mar até que encontra uma mecenas (Charlotte Rampling), que a leva ao fervilhante centro cultural madrilenho, onde Ana passa a viver com outros artistas num casarão. Lá ela estuda, pinta, cresce e encontra uma paixão. Mas a garota começa também a ter visões e desperta o interesse de autoridades no hipnotismo.
Não tarda para que descubram que ela já viveu mil vidas e em todas elas teve um trágico destino
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JULIE E JULIA – (Julie &Julia) – 2009 – 123 min – EUA
Direção: Nora Ephron
LIVRE
Dia 22/06/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Julie e Julia é último filme da escritora e diretora americana Nora Ephron especializada em comédias românticas. Baseado em duas histórias reais, é uma adaptação de duas autobiografias de sucesso: Julie & Julia de Julie Powell e My Life in France, de Julia Child e Alex Prud’homme.
Meryl Streep é Julia Child e Amy Adams é Julie Powell. A história intercala a vida das duas mulheres que, apesar de separadas pelo tempo e pelo espaço estão ambas perdidas… até descobrirem que, com a combinação certa de paixão, coragem e manteiga, tudo é possível.
Uma lenda da culinária vai mudar para sempre a receita da vida de uma jovem empregada de escritório. Julie e Julia conta a história verídica de como a vida e o livro de cozinha de Julia Child (Meryl Streep) inspirou Julie Powell (AmyAdams), em início de carreira, a preparar 524 receitas em 365 dias e apresentar a uma nova geração a magia da cozinha francesa.
Meryl Streep ganhou 9 prêmios em vários dos principais festivais americanos e foi indicada ao Oscar de melhor atriz em 2010.

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TRONO MANCHADO DE SANGUE – (Kumonosu Jô) – 1957 – 105 min – Japão
Direção: Akira Kurosawa
14 anos
Dia 29/06/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

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Ciclo 33 – Linguagens do Cotidiano

Written by alice on Abr 28 2010 | .

Curador: Vinícius Bonanome
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VALSA COM BASHIR – (Waltz with Bashir) – 2008 – 90 min – Israel/Alemanha/França/EUA/Holanda etc
Direção: Ari Folman
14 anos
Dia 04/05/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Em uma noite num bar, um velho amigo conta ao diretor Ari Folman sobre um sonho que tem repetidamente no qual ele é perseguido por 26 cães ferozes. Toda noite o mesmo número de feras. Os dois homens concluem que existe uma ligação entre o sonho e sua missão no exército de Israel na primeira Guerra no Líbano no início dos anos oitenta. Ari Folman se surpreende por não conseguir lembrar de mais nada sobre aquele período de sua vida. Intrigado por esse mistério, ele decide encontrar e entrevistar seus velhos amigos e companheiros espalhados pelo mundo. Documentário em animação vencedor do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro.

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CONTADOR DE HISTÓRIAS – 2009 – 100 min – Brasil
Direção: Luiz Villaça
14 anos
Dia 11/05/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

A história real de Roberto Carlos Ramos, pedagogo mineiro e um dos maiores contadores de história da atualidade. De infância problemática, criado na Febem, ele conhece aos 13 anos a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria Medeiros), que mudou sua vida.

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PÉ DE LIMÃO (Etz Limon) – 2008 – 106 min – Israel/Alemanha/França
Direção: Eran Riklis
16 anos
Dia 18/05/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Salma (Hiam Abbass), uma viúva Palestina, vê sua plantação ser ameaçada quando seu novo vizinho, o Ministro de Defesa de Israel (Doron Tavory), se muda para a casa ao lado. A Força de Segurança Israelense logo declara que os limoeiros de Salma colocam em risco a segurança do ministro e por isso precisam ser derrubados. Salma leva o caso à Suprema Corte de Israel para tentar salvar a plantação.

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O VISITANTE (The Visitor) – 2007 – 104 min – EUA
Direção: Thomas McCarthy
14 anos
Dia 25/05/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Walter Vale, um solitário professor do Connecticut, recentemente viúvo, regressar a Nova Iorque para assistir a uma conferência e encontra o seu apartamento de Manhattan ocupado por um jovem casal de imigrantes…

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Ciclo 32 – Nouvelle Vague

Written by alice on Mar 30 2010 | .

Curador: Cesar Rodrigues

Nouvelle Vague. Um dos nomes mais conhecidos da história do cinema, movimento dos mais respeitados e de maior influência estética no desenvolvimento do cinema enquanto arte, a nova onda do cinema francês, ainda depois de cinquenta anos de seu início, é objeto de mostras, ciclos e homenagens pelos quatro cantos do mundo. E no Cineclube Beloca não é diferente.
Se é difícil demarcar um início para o movimento [sequer existe um consenso quanto a considerá-lo um movimento], é fácil diagnosticar suas origens, raízes e influências. E o embrião poderia ser apontado na obra crítica de André Bazin, brilhante ensaísta e teórico que diagnosticou a decadência do cinema comercial de Hollywood e das velhas formas do cinema francês, além de, apoiado pelo diretor da lendária Cinématèque Française, Henri Langlois, lançar as bases teóricas para a Política dos Autores.
Levada a cabo pela influente revista Cahiers Du Cinéma, tal política trabalhava com a ideia de autoria em cinema, como nas diversas artes, sendo que o diretor transmitiria no filme suas marcas estilísticas, a escolha de temas relevantes segundo seu pensamento, valorizando especialmente diretores como Alfred Hitchcock, John Ford, Charles Chaplin ou Howard Hawks.
Mais que formular as bases teóricas para uma transformação na forma de se fazer cinema, a Cahiers Du Cinéma contava em seu corpo de críticos com os cineastas que futuramente formariam o corpo da Nouvelle Vague: Jean-Luc Godard, François Truffaut, Eric Rohmer, Claude Chabrol e Jacques Rivette.
A partir do sucesso obtido como críticos da revista entre o final dos anos 1940 e dos 1950 é que cada um deles se lançaria como cineasta, executando na prática aquilo que propunham na teoria – alguns com maior sucesso de público e crítica [casos de Godard e Truffaut], outros com menos, porém deixando já em seus anos iniciais um legado inquestionável na história do cinema.
E embora o primeiro filme desses diretores, seguindo a estética que convencionou-se chamar Nouvelle Vague seja Nas Garras do Vício [Le Beau Serge, Claude Chabrol], de 1958 e que abre o ciclo, sua confirmação viria com a premiação de Os Incompreendidos [Les 400 Coups, 1959, François Truffaut] no Festival de Cannes e com a ampla divulgação internacional de Acossado [À Bout de Souffle, 1959, Jean-Luc Godard], o 2º filme do ciclo.
Essa fase inicial, que poderíamos considerar como a fase heróica, em que as características vão se definindo e os diretores se impondo, se estenderia até 1964, estando todos os filmes exibidos no atual ciclo dentro dela. Podemos perceber o experimento de novas formas narrativas, um diálogo da arte com a realidade [a Nouvelle Vague seria herdeira direta do Neo-realismo italiano], os temas existencialistas e absurdos na vida cotidiana, a juventude. Impulsionados pelo desenvolvimento técnico, os filmes saem dos estúdios e ganham a rua. A cidade passa a ser também personagem nas narrativas [e isso pode ser claramente observado nas obras iniciais de Godard e Truffaut principalmente] e o cinema testemunha da história.
Além dos diretores oriundos da Cahiers Du Cinéma, também são constantemente rotulados como Nouvelle Vague artistas vinculados ao grupo intelectual de Rive Gauche, reunido em torno da figura e das ideias de Jean Paul Sartre. Deste grupo destacam-se Agnès Varda, Chris Marker e principalmente Alain Resnais, que filme após filme se reinventava formalmente e que, segundo o genial crítico brasileiro José Lino Grünewald, libertaria o cinema da literatura com o seu segundo filme: Ano Passado em Marienbad [L’anne Dernière au Marienbad, 1960], mas já na estréia rompia as barreiras entre ficção e documentário e fazia um híbrido no belíssimo Hiroshima, Meu Amor [Hiroshima Mon Amour, 1959].
O último filme coberto pelo ciclo é uma das obras primas de François Truffaut e um dos grandes símbolos do movimento, citado e copiado por gerações e gerações de cineastas, Uma Mulher para Dois [Jules et Jim, 1962] escancara a dificuldade nas relações humanas e o choque com a situação limite da guerra. Uma das mais claras manifestações e definições do que seria a Nouvelle Vague.
Nos anos seguintes a 1964 a maioria desses diretores [mais notadamente Godard, em filmes como A Chinesa, de 1967] adotaria uma postura mais engajada e ajudaria a juventude a criar o ambiente de questionamento e inconformismo que resultaria nas revoltas de 1968. Revoltas que foram determinantes na transformação da realidade para a que conhecemos hoje.

le beau serge

NAS GARRAS DO VÍCIO – (Le beau Serge) – 1958– 98 min – França
Direção: Claude Chabrol
16 anos
Dia 04/04/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Neste ciclo serão exibidos os principais filmes da nouvelle vague francesa. O primeiro filme, Nas Garras do Vício, dirigido pelo cineasta francês Claude Chabrol, é considerado a obra inicial do movimento. Chabrol, junto com os outros diretores apresentados neste ciclo, eram colaboradores da famosa revista criadora de conceitos, “Cahiers du Cinema”, que discutia as novas idéias sobre cinema no final dos anos 50 e nos anos 60.

O filme conta a história de François (Jean-Claude Brialy), que retorna ao vilarejo onde nasceu no interior da França, após um período de 12 anos.
Lá ele passou toda a sua infância e agora adulto, percebe que não ocorreram muitas mudanças. É quando reencontra seu amigo Serge (Gérard Blain), que está com problemas no casamento em decorrência do vício pela bebida.
Venceu o prêmio de Melhor Filme no Festival de Locarno, 1958 eo prêmio Jean Vigo de 1959.

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O ACOSSADO – (À Bout de Souffle) – 1959– 87 min – França
Direção: Jean-Luc Godard
Livre
Dia 13/04/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

O Acossado, é uma obra prima do cinema francês. Filme de estréia do cineasta Jean Luc-Godard, que desconsiderou as formas convencionais e inovou a arte cinematográfica, subvertendo os gêneros do cinema americano, quebrando a narrativa em fragmentos e incorporando a eles, trechos de literatura, quadrinhos, música erudita e artes plásticas.
Um dos principais nomes da ” Nouvelle Vague”, Godard é reconhecido por um cinema vanguardista e polêmico. Ele tomou como temas e assumiu como forma, os dilemas e perplexidades do século XX, de maneira ágil, original e quase sempre provocadora.
O filme retrata o amor fatal entre um criminoso fugitivo, Michel Poiccaard (Jean-Paul Belmondo) e Patrícia (Jean Seberg), uma jovem norte-americana aspirante a jornalista. Michel rouba um carro em Marselha, mata um policial no caminho para Paris e, ao chegar, encontra Patrícia, que vende jornais nos Champs-Élysées. Enquanto foge da polícia, aplica outros golpes na cidade.
Ganhou o Urso de Prata no festival de Berlim em 1960 na categoria de melhor diretor.

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HIROSHIMA ,MEU AMOR – (Hiroshima, mon amour) – 1959– 90 min – França/Japão
Direção: Alain Resnais
16 anos
Dia 20/04/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

O terceiro filme do ciclo, “Hiroshima, Meu Amor” é o primeiro longa-metragem do então famoso documentarista francês Alain Resnais. Filme precursor da nouvelle vague, foi feito no auge da Guerra Fria, período em que a possibilidade de uma guerra nuclear era latente e falar em paz era considerado “de esquerda” e conseqüente oposição aos EUA. Muito ousado estilisticamente, mistura literatura e cinema e foge do realismo (mesmo na interpretação de Emmanuelle Riva, que dá sempre um toque teatral ou artificial de propósito).
O filme conta a história de uma atriz francesa que durante sua participação num filme sobre a paz, rodado em Hiroshima, tem uma aventura amorosa com um japonês, o que reaviva nela lembranças de uma trágica paixão durante a Ocupação. Entre o passado de guerra e o presente de incertezas, ele e ela tentam tornar imortal este encontro fortuito, através da mistura de tempos, recordações e corpos.
Foi indicado ao Oscar de roteiro, ganhou prêmio da crítica em Cannes, melhor filme estrangeiro pelos críticos de Nova York.

jules et jim

UMA MULHER PARA DOIS – (Jules et Jim) – 1962– 105 min – França
Direção: François Truffaut
16 anos
Dia 27/04/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

Um dos expoentes do cinema mundial, o françês François Truffaut foi uma criança solitária, cuja grande paixão era o cinema. Seu entusiasmo levou o crítico André Bazin a convidá-lo para trabalhar na revista ”Cahiers du Cinema”, onde tornou-se um crítico contundente e ajudou a desenvolver a polêmica teoria do autor, pela qual os filmes tem a personalidade de seu diretor e, portanto, devem sua qualidade a ele.
Inspirado no livro de Henri-Pierre Roché, Truffaut conta a história , de Jules (Oskar Werner), um alemão ingênuo, e Jim (Henri Serre), um francês do tipo elegante e sedutor, que se passa na virada do século XX. Eles são amigos e se apaixonam pela mesma mulher Catherine (Jeanne Moreau), que acaba casando com Jules. Depois da Primeira Guerra Mundial, quando eles se reencontram na Alemanha, Catherine começa a amar Jim. Clássico do cinema francês sobre o amor a três.
Ganhou em 1962 o prêmio de melhor filme na British Academy of Film and Television Arts

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Ciclo 31 – Cinemundo

Written by alice on Fev 23 2010 | .

Ciclo 31- Cinemundo
Panorama do Cinema Contemporâneo de várias origens.
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LUZ SILENCIOSA– (Stellet licht) – 2007 – 127 min – França/ Alemanha/ México/Holanda
Direção: Carlos Reygadas
12 anos
Dia 02/03/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

O primeiro filme do ciclo, Luz Silenciosa, é terceiro longa do diretor mexicano Carlos Reygadas.
Esse jovem talento do cinema mexicano é atraído pelos temas do sexo e da religião
Filmado com um elenco de não-atores, em uma comunidade religiosa menonita, de origem germânica e radicada no México, Luz Silenciosa apresenta uma história de culpa, expiação… e milagre.

Conta a história de Johan (Cornelio Wall), um menonita casado que vive ao norte do México. Os menonitas defendem o pacifismo radical e rejeitam o progresso, mas a comunidade de Johan é mais moderada. Eles usam carros e os benefícios da medicina moderna, mas ainda se recusam a utilizar comunicações com o exterior, como telefone ou internet. Neste ambiente Johan se apaixona por outra mulher, contrariando as leis de sua religião.

Em 2007, o cineasta Carlos Reygadas foi indicado ao prêmio de melhor diretor em Cannes e o filme recebeu o prêmio do juri entre outros 29 prêmios em festivias pelo mundo em 2007 e 2008

loki

LOKI, ARNALDO BAPTISTA – 2008 – 120 min – Brasil
Direção: Paulo Henrique Fontenelle
14 anos
Dia 09/03/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

O filme dessa semana é um documentário do diretor brasileiro Paulo Henrique Fontenelle e primeiro longa metragem produzido integralmente pelo Canal Brasil. O filme traz um rico material audiovisual para contar a história não somente de um músico, mas de uma das bandas mais importantes do país, Os Mutantes. Uma cinebiografia do músico Arnaldo Baptista, integrante dos Mutantes, contada através de um quadro pintado pelo próprio artista. A pintura é intercalada com imagens históricas que remetem aos principais momentos de sua trajetória artística, que fizeram dele um dos grandes nomes do rock brasileiro.

O documentário circulou nos principais festivais de cinema, ganhando prêmios, em Sâo Paulo/Rio de Janeiro/Cuiabá/Miami/Toronto e Nova York e de ter sido exibido em várias salas de cinemas em todo o país.

heroi-port

HERÓI (Ying Xiong) – 2002 – 96 min – China
Direção: Zhang Yimou
14 anos
Dia 16/03/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
Theatro Municipal

O filme dessa semana, Herói, é inspirado pelas novelas de artes marciais. Dirigido por um dos mais importantes cineastas chineses, Zhang Yimou, é o maior expoente da chamada Quinta Geração do cinema chinês. Esta geração, formada por diretores cinéfilos, emergiu nos anos oitenta de uma China em grave crise econômica e sofreu, desde seus primeiros filmes, forte repressão do Estado Chinês, mas foi acolhida pelo público e pela critica internacional. Os diferentes flashbacks do filme são diferenciados pela cor predominante da cena e pelas roupas usadas pelos personagens. As tonalidades de cor e seus respectivos significados usados são: vermelho (paixão), azul (amor), verde (juventude), branco (verdade) e preto (morte).

Na China ancestral, antes do surgimento do primeiro imperador, a nação divide-se em sete reinos. Qin (Daoming Chen), o soberano da província do norte, sofre constantes ameaças e tentativas de assassinato. O que mais o preocupa são três assassinos de elite, contratados por seus adversários políticos. Um dia um dos magistrados de seu reino entra no palácio carregando as armas dos assassinos, afirmando ter derrotado os três inimigos em combate após de ter passado mais de uma década estudando a técnica da espada.

O filme recebeu 26 prêmios nos EUA, Asia e Europa. Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2002.

A Miramax comprou os direitos de exibição de
Herói nos Estados Unidos em 2002, logo após seu grande sucesso nos cinemas asiáticos. Entretanto o filme apenas foi lançado nos cinemas americanos em agosto de 2004. Durante este período de espera o filme ganhou fama de cult nos Estados Unidos, onde apenas pôde ser exibido através de DVDs feitos em países onde ele já havia sido lançado.
- O lançamento de Herói nos Estados Unidos teve a participação do diretor Quentin Tarantino, que entrou em contato com os executivos da Miramax de forma a convencê-los a lançar o filme comercialmente nos cinemas, sob o título “apresentado por Quentin Tarantino”.

- Em seu fim de semana de estréia nos Estados Unidos,
Herói
arrecadou cerca de US$ 18 milhões. Trata-se da 2ª melhor estréia de um filme falado em uma língua que não seja a inglesa nos Estados Unidos, atrás apenas de A Paixão de Cristo (2004).
Foi o filme mais caro já produzido na China, até seu lançamento. O orçamento do filme ficou em US$ 30 milhões.
- Exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial, no Festival do Rio 2004.

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A TETA ASSUSTADA (La Teta Asustada) – 2009 – 95 min –Peru/Espanha
Direção: Claudia Llosa
14 anos
Dia 23/03/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
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Continuando o ciclo, o filme dessa semana, é da cineasta peruana Claudia Llosa, que foi a diretora mais jovem do Festival de Cinema de Berlim à receber o Urso de Ouro. O filme, segundo longa-metragem da diretora, reflete sobre a dificuldade de curar as feridas do passado no Peru. Baseado em um livro com centenas de testemunhos de mulheres que haviam sido açoitadas durante a época do terrorismo no país, concentrava numa só frase, a idéia de como o emocional se transmite de geração a geração.
A Teta Assustada é a metáfora do rompimento e conta a história de Fausta (Magaly Solier), menina muda que vive num país reprimido, que só pode se expressar através do inconsciente: seus mitos, seus medos, seus traumas. O corpo de uma mulher expressa o vazio que precisa ser preenchido, a angústia que precisa se acalmar, o pavor de encontrar algo diferente, de perder o controle…

Em 2009 o filme ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim e também o prêmio de melhor filme e melhor atriz para Magali Solier,no festival de Guadalajara. Foi indicado ao Oscar de Mlelhor filme estrangeiro.

guerra-ao-terror 200
GUERRA AO TERROR – (The Hurt Locker) – 2008- 131 min – EUA
Direção: Kathryn Bigelow
16 anos
Dia 30/03/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
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O último filme do ciclo Guerra ao Terror, ganhador do Oscar de melhor filme 2010 entre outros, é da cineasta americana Kathryn Bigelow, que foi a primeira mulher a ganhar um Oscar nessa categoria.

O filme conta a história de um grupo de soldados em guerra, que conta os dias para retornar para casa, mas o excesso de ocorrências faz com que a jornada fique mais difícil. As forças armadas sempre precisam de soldados para diferentes tarefas. Eles desejam o fim da guerra, mas isso nunca acontece.

Guerra ao Terror, ganhou seis estatuetas do Oscar 2010: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Som, Melhor Efeitos Sonoros, Melhor Montagem. Além dos prêmios, o filme também foi indicado a Melhor Ator (Jeremy Renner), Fotografia (Barry Ackroyd) e Trilha Sonora (Marco Beltrami and Buck Sanders).

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Ciclo 30 – Emoções Delicadas

Written by alice on Jan 27 2010 | .

Ciclo 30 – Emoções Delicadas
Homenagem ao cinema delicado, uma contraposição ao cinema comercial hollywoodiano.

elza e fred

ELSA E FRED – UM AMOR DE PAIXÃO (Elsa y Fred) – 2005 – 108 min – Argentina e Espanha
Direção: Marcos Carnevale
Dia 02/02/2010 – terça-feira – 20 horas
Sala Dilo Gianelli
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Elza e Fred é um filme tocante, sensível e cômico. É uma história de amor tardio. Uma história de duas vidas que no final do caminho descobrem que nunca é tarde para amar…nem para sonhar.

a partida

A PARTIDA (Okuribito) – 2008 – 130 min – Japão
Direção: Yojiro Takita
Dia 09/02/2010 – terça-feira – 20 horas
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O filme conta a história de um violoncelista que volta à cidade natal com a esposa depois que a orquestra onde toca é dissolvida. Lá, começa a trabalhar como funcionário funerário e fica extremamente orgulhoso de sua nova profissão, apesar das críticas dos que o rodeiam.

16-02-2010 – Não haverá sessão – Carnaval

la bellle verte

TURISTA ESPACIAL (La Belle Vert) – 1996 – 99 min – França
Direção: Coline Serreau
Dia 23/02/2010 – terça-feira – 20 horas
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Com fina ironia e humor de qualidade, a história gira em torno de um planeta muito evoluído, em algum lugar do Universo, em que os habitantes vivem em plena harmonia.
De tempos em tempos, alguns partem para outros planetas. Entretanto, curiosamente ou não, há 200 anos ninguém mais quer ir ao Planeta Terra! Um dia, por motivos pessoais, uma jovem mulher de ?apenas? 150 anos decide se tornar voluntária para a viagem.

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Não haverá programação em Dezembro e em Janeiro 2010

Written by alice on Nov 25 2009 | .

Em virtude das comemorações natalinas e de final de ano, o cineclube Beloca não fará exibições de filmes no mês de dezembro e janeiro 2010.
Desejamos a todos um feliz Ano Novo.
Em fevereiro estaremos de volta!

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Ciclo 29 – 40 Anos de Woodstock

Written by alice on Out 23 2009 | .

easy rider

SEM DESTINO (Easy Rider) – 1969 – 95 min- EUA
Direção: Dennis Hopper
Dia 03/11/09 – terça-feira – 20 horas
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O filme conta a história de dois rapazes que estão viajando de motocicleta de Los Angeles para Nova Orleans, nos Estados Unidos. Billy é interpretado por Dennis Hooper, também diretor do filme, e Peter Fonda personifica Wyatt.

Durante o percurso, a dupla faz uma parada numa comunidade hippie e acaba atrás das grades. Lá, os motoqueiros conhecem o jovem advogado George Hanson, vivido por Jack Nicholson, um alcoólatra de boa família e modos um tanto vulgares. Por causa de seus cabelos longos, os dois viajantes são discriminados e correm para seu fim trágico.

hair

HAIR (Hair) – 1979 – 121 min – EUA/Alemanha Ocidental
Direção: Milos Forman
Dia 10/11/09 – terça-feira – 20 horas
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Hair, é um musical , dirigido por Milos Forman, cineasta, ator e roteirista checo que mudou-se para os EUA em 1968. O roteiro é baseado no espetáculo homônimo da Broadway, escrito por Gerome Ragni e James Rado, fez muito sucesso no final da década de 60 e durante a década de 70. A versão cinematográfica foi escrita por Michael Weller, baseado na peça.

Conta a história Claude (John Savage), um jovem do interior que um dia antes de embarcar para o Vietnã conhece um grupo de hippies com quem aprende os absurdos da guerra.
O filme recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro, nas categorias de Melhor Filme – Comédia/Musical e Melhor Revelação Masculina (Treat Williams).

doors

THE DOORS (The Doors) – 1991- 140 min – EUA
Direção: Oliver Stone
Dia 17/11/09 – terça-feira – 20 horas
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O filme é dirigido pelo controverso cineasta americano Oliver Stone, é sobre Jim Morrison e os The Doors. Com Val Kilmer no papel de Morrison, Meg Ryan como Pamela Courson (companheira de Morrison), Kyle MacLachlan como Ray Manzarek, Frank Whaley como Robby Krieger, Kevin Dillon como John Densmore, entre outros.
O filme esteve em desenvolvimento durante quatro anos em diferentes estúdios.

A biografia de Jim Morrison e da banda The Doors, uma das mais influentes dos anos 1960, mostra sua passagem pelo conturbado mundo do rock’n roll, onde as drogas e o sexo reinavam.

woodstock

WOODSTOCK (Três Dias de Paz, Música e Amor) -1970 – 225 min – EUA
Direção: Michael Wadleigh
Dia 24/11/09 – terça-feira – 20 horas
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O último filme, Woodstock, é dirigido pelo cineasta americano Michael Wadleigh e editado por Martin Scorsese e Thela Schoonmaker.
O documentário é considerado o melhor filme sobre um concerto, com imagens e banda sonora restaurados de elementos originais e mais de 40 minutos de imagens inéditas incorporados ao filme pelo realizador Michael Wadleigh.
Foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora e melhor edição e venceu a categoria de Melhor Documentário.

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